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    Portal de Arte Moderna – 2º Leilão de James Lisboa de Arte Brasileira

    JAMES LISBOA REALIZA MAIS UM LEILÃ O DE ARTE BRASILEIRA MODERNA E CONTEMPORÂNE A , REUNINDO 300 OBRAS DE 158 AR TIS TAS

    JL

     

    O leiloeiro James Lisboa realiza no final de Junho seu segundo grande leilão de 2015. Estará no pregão um magnífico conjunto de 300

    obras – pinturas, esculturas, gravuras, fotografias – de 158 artistas brasileiros consagrados modernos e contemporâneos. O leilão acontece em dois dias: na segunda-feira 29 de Junho, no Leopolldo Jardins; e na terça-feira 30 de Junho, no James Lisboa Escritório de Arte. Durante toda a semana anterior, a partir do dia 22, as obras estarão em exposição no James Lisboa Escritório de Arte.

     

    Um dos leiloeiros de arte de maior credibilidade no mercado brasileiro, James Lisboa realiza mais um grande leilão, sempre com arte moderna e contemporânea da mais alta qualidade.

    O leilão acontece em dois dias:

    Local do Leilão

    Dia 29 de Junho às 21h
    Leopolldo Jardins
    Rua Prudente Correia, 432 – Jd. Europa São Paulo/SP

    Dia 30 de Junho às 21h
    James Lisboa Leiloeiro Oficial
    Rua Dr. Melo Alves, 397 – Jardins – São Paulo/SP

    SERVIÇO DE SEGURANÇA E MANOBRISTA NO LOCAL

     

    Os interessados podem também participar pela internet, em www. leilaodearte tem um sistema de leilão online próprio, pioneiro no Brasil. Os interessados assistem e participam em tempo real, ao vivo como se estivesse na sala do pregão.

    As obras estarão em exposição no James Lisboa Escritório de Arte de 22 a 29 de Junho, período em que serão possíveis lances prévios por telefone ou por email.

    Peças de grande valor – Par a este que é seu segundo leilão do ano, James Lisboa captou um expressivo número de obras de grandes nomes da arte brasileira moderna e contemporânea brasileira- no total, de 300 obras, de 158 diferentes artistas.

    É tarefa difícil selecionar destaques, tão grande é a qualidade dos artistas e das obras! Mas, tomando por base os lances iniciais, os artistas “top ten” são Cândido Portinari (“Peru”, pintura, R$ 1.500 mil), Aberto da Veiga Guignard (“Paisagem de Sabará com personagens”, pintura, R$ 630 mil), Tomie Ohtake (“Criação do mundo”, pintura, R$ 550 mil; e sem título, pintura, R$ 550 mil), Ivan Serpa (sem título, pintura, R$ 480 mil), Amílcar de Castro (sem titulo, escultura, R$ 350 mil), Abraham Palatnik< /strong> (“W-

    506”, pintura, R$ 350 mil), Aldo Bonadei (“Casarios”, pintura, R$ 320 mil), Burle Marx (sem título, pintura, R$ 315 mil), Alfredo Volpi (sem título, pintura, R$ 300 mil) e Antonio Maluf (“Progressões crescentes e decrescentes com curvas”, pintura, R$ 300 mil).

    Entre as peças de grande valor, há ainda 20 delas com lances iniciais acima de R$ 100 mil- obras de Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Ana Maria Maiolino, Antonio Henrique Amaral, Arcangelo Ianelli, Benedito Calixto, Burle Marx, Cândido Portinari, Cícero Dias, Francisco Stockinger, Frans Krajcberg, Manabu Mabe, Marina Palma, Mílton Dacosta, Mira Schendel, Sandra Cinto e Vicente do Rego Monteiro. Adicionalmente, há duas obras cujos lances iniciais não foram revelados: Di Cavalcanti (“Mulata com chapéu”, pintura) e Carybé (“Banhistas”, pintura).

    De todo modo, o leilão tem arte para todos os gostos e todos os bolsos

    – cerca de 120 obras têm lances iniciais entre R$ 0,8 mil e R$ 10 mil. Ou seja, com um desembolso relativamente baixo pode-se adquirir obras de artistas consagrados, entre eles Adriana Varejão, Aldemir Martins, Arthur Piza, Emanoel Araújo, Ferreira Gullar, Fúlvio Pennacchi, Marcelo Grassmann, Nelson Leirner, Rubens Gerchman, Siron Franco e Wesley Duke Lee.

    Vale mencionar que estará sendo também leiloada uma obra da festejada artista portuguesa Joana Vasconcelos, um sapo em faiança pintada com vidrado cerâmico e coberta com crochê de algodão feito à mão (lance inicial R$ 50 mil).

    Preços justos– Para James Lisboa, “o leilão reflete a maturidade do mercado brasileiro de arte e a crescente valorização da arte brasileira contemporânea”.

    Mostra, também, que o mercado está aquecido, com as vendas de obras

    de arte crescendo muito além da economia como um todo.

    Lisboa acrescenta que os valores estabelecidos para os lances iniciais das

    obras em leilão são “preços justos”.

    “Hoje o comprador de arte tem um nível de informação muito gr ande, procura sempre o melhor e não se deixa mais levar por valores especulativos”, afirma.