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    André Gomes apresenta pinturas que remetem as inquietações do ser humano na Sala do Olhar

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    ​“herd” (2013) Óleo sobre tela. 80 x 150 cm

    Desde 2005 sem uma individual na cidade, André Gomes volta ao circuíto artístico paulistano com exposição de pinturas que remetem as inquietações, psicopatias e distorções do ser humano.

    A Sala do Olhar tem o prazer de apresentar, a partir de 06 de outubro de 2014, às 19h, uma série de pinturas do artista paulista André Gomes. Desde 2005, sem uma individual na cidade (a última foi realizada na Galeria Thomas Cohn), André exibe cerca de 20 trabalhos inéditos, que remetem as inquietações, psicopatias e distorções do ser humano.

    Através de pinceladas densas e uma paleta de cores que se resume ao preto e branco, as pinturas de André investem contra os clichês expressivos em uma técnica que faz um efeito difusor, como se a imagem tivesse sido captada em movimento. Proposital, o efeito quase abstrato, confere às suas pinturas uma aura sobrenatural, onde personagens mitológicos e fantasmagóricos traduzem as inquietações da sociedade e assumem papéis em atividades cotidianas, que mais parecem algum tipo de ritual. Uma simples fila ou a espera no banco do metrô deixam ser acontecimentos banais. Figuras bizarras representam contrastes de personalidade, situações sexuais e violentas simbolizam a natureza humana e sua tendência intrínseca de fazer algo fora dos padrões.

    Personalidades que de alguma maneira se relacionam aos temas explorados pelo artista são homenagenados em suas pinturas, como os músicos Tom Waits e Robert Johnson,  o crítico William Burroughs, o pintor Francis Bacon e o ator Robert Deniro.

    Ao adentrar em territórios temáticos questionadores, André proporciona ao espectador infinitas descobertas embutidas pela riqueza de detalhes, por elementos sutis e supressões intencionais. Uma vez em frente às pinturas o espectador passa a ser muito mais que um voyeur e assume lugar como participante da cena, uma característica fortalecida pelo clima envolvente, pela disposição dos personagens e pela construção de uma tensão dramática.

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