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  • AgendaArtur Barrio na Galeria Millan

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    ARTUR BARRIO APRESENTA INDIVIDUAL NA MILLAN

    Com abertura no dia 20 de março, a exposição ficará aberta à visitação

    até 17 de abril

    Em sua nova individual na Galeria Millan, … em algum ponto da Terra ., Artur Barrio apropria-se do espaço expositivo, como que transformando-o em ateliê onde cria, poucos dias antes da abertura, uma situação ou experiência inédita, que poderá ser visitada entre 20 de março e 17 de abril.

    A produção de Artur Barrio desafia o vocabulário artístico tradicional, de forma que a palavra “exposição” (e seu significado historicamente sedimentado) mal parece se adequar ao que o artista propõe com as ações que realiza em galerias e espaços institucionais. Mais que estender, reduzir ou distorcer a significação corrente de conceitos como espaço expositivo, obra de arte e exposição, Barrio opera a partir de outra lógica, questionando aquilo que está na essência de tais ideias e frustrando deliberadamente as expectativas que nos guiam, enquanto público de arte, ao entrarmos em contato com elas.

    Ao reconhecer o modus operandi não só do sistema de arte, mas de sistemas em geral (incluindo o grande sistema do mundo), e não se identificar com eles, Barrio não se resignou a criar um trabalho que, ao se opor a tais ordenamentos, continuasse reconhecendo (negativamente) as mesmas questões essenciais; mais que isso, sua poética radical mostra que a desordenação, a quebra de fronteiras, o efêmero e a reversibilidade das situações são “exercícios de liberdade” de forte poder emancipatório.

     

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    SOBRE ARTUR BARRIO

    (Porto / Portugal, 1945) Radicado no Brasil desde 1955, além de pintura, desenho e obras anticonvencionais, desenvolveu trabalhos em Super-8 e audiovisuais. Foi vencedor do Prêmio Velázquez, em 2011, e representante único do Brasil na Bienal de Veneza (Itália) no mesmo ano. Participou inúmeras vezes da Bienal de São Paulo, de 1981 a 2010, e da dOCUMENTA (Kassel, Alemanha) em 2002. Realizou várias individuais no Brasil e no exterior: no Museu Tamayo (Cidade do México, México), 2008; no 21st Century Museum of Contemporary Art (Kanazawano, Japão), 2006; no Palais de Tokyo (Paris, França), 2005; no Stedelijk Museum Voor Actuele Kunst – S.M.A.K. (Ghent, Bélgica), 2005; e na Pinacoteca do Estado de São Paulo (SP), 2002, entre outras. Em 1970, após ser realizado no Rio de Janeiro (RJ) e em Belo Horizonte (MG), seu trabalho com trouxas ensanguentadas obteve repercussão mundial; os Regitros desse trabalho foram mostrados na exposição Information, no MoMA (Nova Iorque, EUA), em 1970.