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  • AgendaCasa da Imagem homenageia o fotógrafo Sérgio Jorge

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     Vencedor do primeiro Prêmio Esso de Fotojornalismo tem carreirarevista pelo pesquisador e crítico Rubens Fernandes Junior em mostra com mais de uma centena de fotografias desde 1950 a 1971

    Abertura no dia 31 de maio, sábado, às 11 horas

    O Museu da Cidade-Casa da Imagem inaugura no sábado, dia 31 de maio, às 11 horas, a mostra individual do fotógrafo Sérgio Jorge. Organizada pela Casa da Imagem, e com curadoria do pesquisador e crítico Rubens Fernandes Junior, “Sérgio Jorge – múltipla trajetória”  resgata mais de uma centena de registros do arquivo de mais de 60 mil imagens desse que é considerado um dos mais atuantes fotojornalistas brasileiros.

    Foto ganhadora do 1o Primeiro Premio Esso de Fotojornalismo, 1961

    Foto ganhadora do 1o
    Primeiro Premio Esso de Fotojornalismo, 1961

    Laureado com o primeiro Prêmio Esso de Fotojornalismo em 1960 pela foto do menino que resgatava seu cachorro da temida carrocinha, Sergio Jorge acompanhou de perto, registrando os momentos icônicos da modernização do Brasil como a Caravana de Integração Nacional e a construção e inauguração de Brasília. Entre os ensaios que também o celebrizaram acrescentam-se ainda os registros do milésimo gol de Pelé, a moda de Dener e Clodovil, as vitórias de Eder Jofre, a viagem à Antártida, além da vida de estrelas internacionais e também de políticos.  Em sua prolífica carreira, teve passagens pelos principais jornais brasileiros dos anos 1960 e 1970 como O Dia, A Gazeta Esportiva e pelas revistas Manchete e Fatos & Fotos da extinta Bloch Editores.

    Clodovil Hernandes e modelos, 1969

    Clodovil Hernandes e modelos, 1969

    Segundo Rubens Fernandes, a realização dessa mostra busca discutir a trajetória profissional de Sérgio Jorge, evidenciando alguns aspectos da cultura brasileira e valorizando a fotografia como documento imprescindível para compreensão da história da cidade e do país. “A exposição também abre a oportunidade de se discutir a importância da preservação dos arquivos fotográficos (como esse de Sergio Jorge) e provocar outra discussão: o destino dos acervos fotográficos dos grandes conglomerados de comunicação impressa, dominante entre as décadas de l930 e l990”, declara.

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