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    voltar para a agenda18/5/17 | quinta-feira

    Galeria Luisa Strina

      Eduardo Basualdo “CasiNo “

    Abertura: Terça-feira, 18 de maio, 19h – 22h

    19 de maio – 18 de julho, 2017
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    Galeria Luisa apresenta a segunda exposição individual de Eduardo Basualdo. O artista ocupa as duas salas da galeria, cada uma com uma exposição distinta.

    Na Sala 1 Basualdo apresenta o projeto “CasiNo”, instalação inédita produzida especialmente para as premissas da galeria. “CasiNo” reúne peças que partilham um horizonte de incerteza e especulação.

    Sob sua aparência doméstica objetos do cotidiano sugerem um equilíbrio dramático. A impotência ou o desastre surgem em cada lugar no qual o olho se demora. Os trabalhos são exercícios, são equações de comprovação duvidosa sobre o estado do tempo. Prognósticos instáveis do acontecer cotidiano.

    O projeto “CasiNo” é composto de esculturas e objetos cotidianos que dobram sobre si mesmos. A exposição se situa no limiar de um mundo incerto e as obras são atestados e exercícios para confirmar (ou não) que ainda estamos aqui. O interior e o exterior se fundem formando uma só coisa, indiscernível, árida, como um deserto. Já não há onde esconder-se.

    Na Sala 2, apresenta-se o projeto Sentido Único, realizado para a exposição “The Travelling Show” na Fundación Jumex na Cidade do México em 2010. A mostra que contou com curadoria de Adriano Pedrosa teve como tema viagens, passagens, expedições, deslocamentos e cartografias. A Instalação é atravessada pela ideia de quietude e permanência como estratégia de reconhecimento de movimento. Coloca-se em perspectiva os movimentos domésticos com as órbitas dos astros. O projeto inclui esculturas cinéticas, objetos e desenhos em um espaço às sombras, iluminado pelas próprias obras.

    O trabalho de Eduardo Basualdo (Buenos Aires, 1977) explora o espaço como conceito elástico. Em alguns casos sua obra remete a condição humana enquanto consciência confinada no interior de um corpo e, outras vezes, enquanto corpos submetidos às regras da arquitetura. Há uma intenção em suas peças de colocar em dúvida o princípio da realidade e o conceito de limite.

    Exposições individuais recentes incluem: “Eter”, Galeria Ruth Benzacar, Buenos Aires (2016); “Incisivo”, PSM Gallery, Berlim (2016); Musée d’Art Contemporain de Rochechouart, França (2013) e “Testigo”, Galeria Luisa Strina (2013).

    Dentre suas exposições coletivas, destacam-se: “The End of Ending”, Hirshhorn Museum, Washington (2016); All the World’s Futures” / 56a Bienal de Veneza (2015); “My Buenos Aires”, la maison rouge, Paris (2015); “La Isla”, Bienal de Gwangju, Coréia do Sul (2014); “Theory (The Head of Goliath)”, Palais de Tokyo, Paris (2014); “The Silence of the Sirens”, Bienal de Lyon (2011); “The Traveling Show”, Fundación Jumex, Cidade do México (2010).

    Seu trabalho é parte das seguintes coleções: Hirshhorn Museum; Musée d’Art Contemporain de Rochechouart; Musée d’Art Contemporain de Lyon; Musée des beaux-arts de Montréal; CiFo Cisneros Fontanals Art Foundation.