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  • AgendaGaleria Nara Roesler abre a exposição de Milton Machado “Mão Pesada”

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    Em 24 de agosto, sábado, das 11h às 15h, a Galeria Nara Roesler inaugura a exposição Mão Pesada, de Milton Machado. A mostra reúne cerca de 40 desenhos feitos entre 1970 e 2013, além de uma seleção de vídeos do artista. Será também relançada A Esperança no Porvir, revista de quadrinhos editada pelo artista em 1973.

    En tenue de ville

    Nas palavras do artista:

    Mão Pesada. Matilha. Um bando de vira-latas, uivando, virados de rabo para a lua, traçados fora-de-séries, quase todos inéditos, guardados em gavetas por 40, 30, 20, 10 anos. Alguns mais recentes, mas igualmente do-contra, invariavelmente anacrônicos, a bico-de-pena e nanquim. Desenhos raivosos, errantes, babados, sujos, mofados, mal feitos, vagabundos, esculhambados, secretos e clandestinos, enjoados, algumas vezes enojados, produzidos sob o efeito de viagens marítimas, de navegações nordestinas, de rebordosas de praia, movidas a blue cherry, purple haze e manga-rosa. Memórias de homens-ao-mar, de prisões, de esperanças no porvir, encalhamentos, quase-naufrágios, diverticulites fatais, fúnebres cortejos presidenciais exibidos na TV, diretas-já, romances na tarde, coisas saindo, cheiros da corte e de esgoto, monstros da lagoa espalhando merda para todos os lados, frutos de mãos pesadas, de olhos vermelhos, de ações paralelas, marginais (quase traidoras) às produções pretensamente mais nobres, organizadas, celebradas, colecionadas, conceituadas, teorizadas, de História do Futuro (1978-), As Férias do Investigador (1981), Conspiração Arquitetura (1981), (1=n) (1983), Somas e Desarranjos (1985), Fugitivo Zero (1987), Mundo Novo (1990), Sobre a Mobilidade (2001), Homem Muito Abrangente (2005), Produção (2009) …”

    Embora a produção de Milton Machado seja notadamente multidisciplinar, seu trabalho em desenho é especialmente destacado na presente exposição. O título da mostra é emprestado de uma obra de 1977. Ampliada em vinil adesivo e exibida na vitrine da Galeria Nara Roesler, Mão Pesada é a primeira das obras com que os visitantes tomarão contato.

    Em seu trabalho, Milton cria projetos e articula narrativas aparentemente lógicos, mas, de fato, ficcionais e irrealizáveis. Sua qualidade de contador de histórias, frisada pelo crítico Michael Asbury, origina personagens e mundos paralelos obstinadamente conceitualizados e traçados.

    São exemplos O Monstro da Lagoa (1976), “um cagalhão descomunal, resultado da acumulação de sucessivas descargas de esgoto irregular nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas”, fruto da especulação imobiliária alimentada pelos fictícios Marcos Tramoia, prefeito da cidade, e Servo Gourado, construtor inescrupuloso; os animais antropomórficos que educadamente se sentam à mesa em Prato de Resistência (En tenue de ville), de 1976; ou o tolo, vaidosamente exibindo seu par de Óculos para Bobos Internacionais – uma sofisticada coleção de óculos em busca de patrocinadores para sua produção industrial – em The fool is cool, de 1987.

    The fool is cool  integra a série PEARL Drawing Pad, produzida entre 1984 e 1987, utilizando um mesmo instrumento de desenho – um conta-gotas acoplado ao recipiente de nanquim, usado como caneta e pincel. Embora não sigam qualquer roteiro comum ou projeto anterior, alguns desenhos da série podem ser vistos como depoimentos sobre fatos históricos, como em O país agoniado e Eu vi o cortejo na TV, ambos de 1985, sobre o funeral de Tancredo Neves.

    O título das obras, bem como o depoimento do artista sobre cada uma delas, é essencial para a compreensão – ou para o desvio de significado – de seu trabalho. Esta questão na obra de Milton Machado foi comentada por Luiz Camillo Osorio: “até onde o texto determina o que vemos? De que modo o que vemos pode ser visto de outras maneiras depois de lermos o texto?”.

    Entre os vídeos selecionados para a exposição estão História do Futuro (2010, parte de sua instalação na 29ª Bienal Internacional de São Paulo, com desenhos, esculturas, fotografias e textos), Vermelho (2009, premiado na mostra Panoramas/Videobrasil 2010), Edifício Galaxie (sobre a mobilidade) (1994/2002) e Homem Muito Abrangente (2002).

    Vermelho e Pintura integram a série Produção, apresentada em 2009 na Galeria Nara Roesler, na qual o artista deslocou objetos e imagens do contexto de uma fábrica de móveis de aço para o espaço da galeria de arte. Edifício Galaxie (sobre a mobilidade) complementa um conjunto de sete fotografias e fotomontagens, relativizando a oposição entre – em princípio – a mobilidade dos automóveis e a imobilidade dos edifícios.

    Homem Muito Abrangente, com direção de Cacá Vicalvi, documenta a preparação, a performance e a instalação do trabalho na coletiva Territórios, com curadoria de Agnaldo Farias, no Instituto Tomie Ohtake, em 2002. “Trata-se de uma performance com dois atores principais: um atirador de facas de circo e seu assistente, que sou eu mesmo”, explica o artista. Sobre o Homem Muito Abrangente, ele diz: “O HMA pode ser todas as coisas, fazendo tudo o que quer. Porém, lhe é vetada uma única ocupação: a própria. Sempre além dos limites, o Homem Muito Abrangente é o mais puro exterior”.

    A revista em quadrinhos A Esperança no Porvir será relançada na exposição. Em uma de suas estorinhas, Milton Machado conta a saga de Pedro José, “respeitável trabalhador do ramo dos investimentos que gostava de samba e que tinha o costume diário de almoçar na Espaguetilândia”. Assim como Pedro José, Milton acabou preso por agentes da repressão da ditadura militar, que o submeteram a inquérito focado no conteúdo da revista. “O que para mim eram ‘árvores’, para eles eram ‘trabalhadores’; seus ‘elementos subversivos’ eram meus ‘discos voadores’, e não foi possível qualquer conciliação”.

    Durante a exposição, em data a ser divulgada, haverá o lançamento, na galeria, do livro História do Futuro, de autoria do artista, com colaborações de Guilherme Bueno e Tania Rivera.

    Cheiro da Corte Redenção do Afeto - Cópia (2)

    sobre o artista

    Milton Machado (Rio de Janeiro, 1947). Arquiteto pela FAU-UFRJ (1970), Mestre em Planejamento Urbano pelo IPPUR-UFRJ (1985) e PhD em Artes Visuais pelo Goldsmiths College University of London (2000). Professor Associado do Departamento de História e Teoria da Arte e do PPGAV-Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Escola de Belas Artes EBA/UFRJ. Participou das 10ª, 19ª e 29ª edições da Bienal de São Paulo (1969, 1987 e 2010) e da 7ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (2009). Exposições individuais recentes incluem Produção, na Galeria Nara Roesler, em São Paulo (2009); e Sobre a Mobilidade, no Paço Imperial, Rio de Janeiro (2001) e no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (2005). Entre as participações em mostras coletivas recentes estão: O abrigo e o terreno, mostra inaugural do Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, (2013); Genealogias do contemporâneo, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2012-2013); Novo museu tropical, no TEOR/éTica, em San José, Costa Rica (2012); 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea, Videobrasil–Panoramas do Sul, no SESC Belenzinho (2011); Europalia, Art in Brazil, no Bozar, Bruxelas (2011); Arte Contemporânea Brasileira – Coleção João Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (2009); e MALI contemporáneo: adquisiciones y donaciones, no Museo de Arte de Lima, Peru (2009). Seu trabalho integra coleções públicas nacionais como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Niterói; e internacionais, como a da University of Essex (Inglaterra), do Museu de Arte de Lima (Peru), do Museo Civico Gibellina (Itália) e da Daros Latinamerica.

    sobre a galeria

    Há mais de 35 anos, Nara Roesler promove arte contemporânea junto a um conjunto nacional e internacional de colecionadores, curadores e intelectuais. Em 1989, fundou a Galeria Nara Roesler em São Paulo, como um espaço para expandir as fronteiras da prática artística no Brasil e fora dele. Representando alguns dos mais interessantes artistas da atualidade, a galeria direciona seu interesse à justaposição de trabalhos dos anos 60 em diante e suas ramificações contemporâneas, representando nomes históricos ao lado de um seleto grupo de artistas em ascensão.

    Em 2012, a galeria teve seu espaço expositivo dobrado, totalizando uma área 1600m² e revitalizou o projeto curatorial Roesler Hotel, iniciado em 2006, com propostas inovadoras como as mostras coletivas Lo bueno y lo malo, sob curadoria de Patrick Charpenel (diretor da Fundacción/Colección Jumex), e Buzz, mostra dedicada à op art idealizada por Vik Muniz com obras de Bridget Riley, Josef Albers, Marcel Duchamp e Yayoi Kusam

     

     

     

     

    galeria nara roesler

    milton machado // mão pesada

    cerca de 40 desenhos produzidos desde a década de 1970, além de 11 vídeos, serão exibidos na Galeria Nara Roesler. A revista em quadrinhos A Esperança no Porvir será relançada em seu 40ª aniversário

     

     

    Em 24 de agosto, sábado, das 11h às 15h, a Galeria Nara Roesler inaugura a exposição Mão Pesada, de Milton Machado. A mostra reúne cerca de 40 desenhos feitos entre 1970 e 2013, além de uma seleção de vídeos do artista. Será também relançada A Esperança no Porvir, revista de quadrinhos editada pelo artista em 1973.

     

    Nas palavras do artista:

     

    Mão Pesada. Matilha. Um bando de vira-latas, uivando, virados de rabo para a lua, traçados fora-de-séries, quase todos inéditos, guardados em gavetas por 40, 30, 20, 10 anos. Alguns mais recentes, mas igualmente do-contra, invariavelmente anacrônicos, a bico-de-pena e nanquim. Desenhos raivosos, errantes, babados, sujos, mofados, mal feitos, vagabundos, esculhambados, secretos e clandestinos, enjoados, algumas vezes enojados, produzidos sob o efeito de viagens marítimas, de navegações nordestinas, de rebordosas de praia, movidas a blue cherry, purple haze e manga-rosa. Memórias de homens-ao-mar, de prisões, de esperanças no porvir, encalhamentos, quase-naufrágios, diverticulites fatais, fúnebres cortejos presidenciais exibidos na TV, diretas-já, romances na tarde, coisas saindo, cheiros da corte e de esgoto, monstros da lagoa espalhando merda para todos os lados, frutos de mãos pesadas, de olhos vermelhos, de ações paralelas, marginais (quase traidoras) às produções pretensamente mais nobres, organizadas, celebradas, colecionadas, conceituadas, teorizadas, de História do Futuro (1978-), As Férias do Investigador (1981), Conspiração Arquitetura (1981), (1=n) (1983), Somas e Desarranjos (1985), Fugitivo Zero (1987), Mundo Novo (1990), Sobre a Mobilidade (2001), Homem Muito Abrangente (2005), Produção (2009) …”

     

     

    Embora a produção de Milton Machado seja notadamente multidisciplinar, seu trabalho em desenho é especialmente destacado na presente exposição. O título da mostra é emprestado de uma obra de 1977. Ampliada em vinil adesivo e exibida na vitrine da Galeria Nara Roesler, Mão Pesada é a primeira das obras com que os visitantes tomarão contato.

     

    Em seu trabalho, Milton cria projetos e articula narrativas aparentemente lógicos, mas, de fato, ficcionais e irrealizáveis. Sua qualidade de contador de histórias, frisada pelo crítico Michael Asbury, origina personagens e mundos paralelos obstinadamente conceitualizados e traçados.

     

    São exemplos O Monstro da Lagoa (1976), “um cagalhão descomunal, resultado da acumulação de sucessivas descargas de esgoto irregular nas águas da Lagoa Rodrigo de Freitas”, fruto da especulação imobiliária alimentada pelos fictícios Marcos Tramoia, prefeito da cidade, e Servo Gourado, construtor inescrupuloso; os animais antropomórficos que educadamente se sentam à mesa em Prato de Resistência (En tenue de ville), de 1976; ou o tolo, vaidosamente exibindo seu par de Óculos para Bobos Internacionais – uma sofisticada coleção de óculos em busca de patrocinadores para sua produção industrial – em The fool is cool, de 1987.

     

    The fool is cool  integra a série PEARL Drawing Pad, produzida entre 1984 e 1987, utilizando um mesmo instrumento de desenho – um conta-gotas acoplado ao recipiente de nanquim, usado como caneta e pincel. Embora não sigam qualquer roteiro comum ou projeto anterior, alguns desenhos da série podem ser vistos como depoimentos sobre fatos históricos, como em O país agoniado e Eu vi o cortejo na TV, ambos de 1985, sobre o funeral de Tancredo Neves.

     

    O título das obras, bem como o depoimento do artista sobre cada uma delas, é essencial para a compreensão – ou para o desvio de significado – de seu trabalho. Esta questão na obra de Milton Machado foi comentada por Luiz Camillo Osorio: “até onde o texto determina o que vemos? De que modo o que vemos pode ser visto de outras maneiras depois de lermos o texto?”.

     

    Entre os vídeos selecionados para a exposição estão História do Futuro (2010, parte de sua instalação na 29ª Bienal Internacional de São Paulo, com desenhos, esculturas, fotografias e textos), Vermelho (2009, premiado na mostra Panoramas/Videobrasil 2010), Edifício Galaxie (sobre a mobilidade) (1994/2002) e Homem Muito Abrangente (2002).

     

    Vermelho e Pintura integram a série Produção, apresentada em 2009 na Galeria Nara Roesler, na qual o artista deslocou objetos e imagens do contexto de uma fábrica de móveis de aço para o espaço da galeria de arte. Edifício Galaxie (sobre a mobilidade) complementa um conjunto de sete fotografias e fotomontagens, relativizando a oposição entre – em princípio – a mobilidade dos automóveis e a imobilidade dos edifícios.

     

    Homem Muito Abrangente, com direção de Cacá Vicalvi, documenta a preparação, a performance e a instalação do trabalho na coletiva Territórios, com curadoria de Agnaldo Farias, no Instituto Tomie Ohtake, em 2002. “Trata-se de uma performance com dois atores principais: um atirador de facas de circo e seu assistente, que sou eu mesmo”, explica o artista. Sobre o Homem Muito Abrangente, ele diz: “O HMA pode ser todas as coisas, fazendo tudo o que quer. Porém, lhe é vetada uma única ocupação: a própria. Sempre além dos limites, o Homem Muito Abrangente é o mais puro exterior”.

     

    A revista em quadrinhos A Esperança no Porvir será relançada na exposição. Em uma de suas estorinhas, Milton Machado conta a saga de Pedro José, “respeitável trabalhador do ramo dos investimentos que gostava de samba e que tinha o costume diário de almoçar na Espaguetilândia”. Assim como Pedro José, Milton acabou preso por agentes da repressão da ditadura militar, que o submeteram a inquérito focado no conteúdo da revista. “O que para mim eram ‘árvores’, para eles eram ‘trabalhadores’; seus ‘elementos subversivos’ eram meus ‘discos voadores’, e não foi possível qualquer conciliação”.

     

    A exposição na Galeria Nara Roesler fica em cartaz de 26 de agosto a 21 de setembro de 2013.

     

    Durante a exposição, em data a ser divulgada, haverá o lançamento, na galeria, do livro História do Futuro, de autoria do artista, com colaborações de Guilherme Bueno e Tania Rivera.

     

    sobre o artista

    Milton Machado (Rio de Janeiro, 1947). Arquiteto pela FAU-UFRJ (1970), Mestre em Planejamento Urbano pelo IPPUR-UFRJ (1985) e PhD em Artes Visuais pelo Goldsmiths College University of London (2000). Professor Associado do Departamento de História e Teoria da Arte e do PPGAV-Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Escola de Belas Artes EBA/UFRJ. Participou das 10ª, 19ª e 29ª edições da Bienal de São Paulo (1969, 1987 e 2010) e da 7ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (2009). Exposições individuais recentes incluem Produção, na Galeria Nara Roesler, em São Paulo (2009); e Sobre a Mobilidade, no Paço Imperial, Rio de Janeiro (2001) e no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (2005). Entre as participações em mostras coletivas recentes estão: O abrigo e o terreno, mostra inaugural do Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, (2013); Genealogias do contemporâneo, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2012-2013); Novo museu tropical, no TEOR/éTica, em San José, Costa Rica (2012); 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea, Videobrasil–Panoramas do Sul, no SESC Belenzinho (2011); Europalia, Art in Brazil, no Bozar, Bruxelas (2011); Arte Contemporânea Brasileira – Coleção João Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (2009); e MALI contemporáneo: adquisiciones y donaciones, no Museo de Arte de Lima, Peru (2009). Seu trabalho integra coleções públicas nacionais como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Niterói; e internacionais, como a da University of Essex (Inglaterra), do Museu de Arte de Lima (Peru), do Museo Civico Gibellina (Itália) e da Daros Latinamerica.

     

    sobre a galeria

    Há mais de 35 anos, Nara Roesler promove arte contemporânea junto a um conjunto nacional e internacional de colecionadores, curadores e intelectuais. Em 1989, fundou a Galeria Nara Roesler em São Paulo, como um espaço para expandir as fronteiras da prática artística no Brasil e fora dele. Representando alguns dos mais interessantes artistas da atualidade, a galeria direciona seu interesse à justaposição de trabalhos dos anos 60 em diante e suas ramificações contemporâneas, representando nomes históricos ao lado de um seleto grupo de artistas em ascensão.

     

    Em 2012, a galeria teve seu espaço expositivo dobrado, totalizando uma área 1600m² e revitalizou o projeto curatorial Roesler Hotel, iniciado em 2006, com propostas inovadoras como as mostras coletivas Lo bueno y lo malo, sob curadoria de Patrick Charpenel (diretor da Fundacción/Colección Jumex), e Buzz, mostra dedicada à op art idealizada por Vik Muniz com obras de Bridget Riley, Josef Albers, Marcel Duchamp e Yayoi Kusama.

    abertura

    24.08.2013  11h>15h

    exposição

    26.08>21.09

    seg>sex  10h>19h

    sáb  11h>15h

     

    galeria nara roesler

    avenida europa 655

    01449-001

    são paulo sp brasil

    t 55 (11) 3063 2344

    f 55 (11) 3088 0593

    www.nararoesler.com.br

     

    assessoria de imprensa

    agência guanabara

    t 55 (11) 3062 6399a

    diego sierra diego@agenciaguanabara.com.br

    laila abou laila@agenciaguanabara.com.br

     

     

    milton machado

    the fool is cool, 1987

    nanquim sobre papel, sobre folhas de bloco da marca PEARL

    28 x 35,3 cm

     

    milton machado

    sacrificar a torre para salvar o rei, 2010

    nanquim sobre papel

    28 x 38 cm

     

    milton machado

    os ratos perceberam logo para quê as cordas. mas… e o sofá de bolinhas?,1984

    nanquim sobre papel, sobre folhas de bloco da marca PEARL

    28 x 35,3 cm

     

    milton machado

    Prato de resistência (En tenue de ville), 1976

    técnica mista sobre papel

    34.5 x 51.6 cm