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    BETO SHWAFATY, MAYANA REDIN E PEDRO MOTTA SÃO OS GANHADORES DA BOLSA ICCO/SP-ARTE 2015    

    Qualidade das obras e trajetórias dos artistas levaram a empate técnico
    e escolha de três artistas na Bolsa deste ano

    A Bolsa ICCo/SP-Arte acaba de anunciar os artistas ganhadores das bolsas de residência artística deste ano: Beto Shwafaty, da Galeria Luisa Strina, Mayana Redin, da Galeria Silvia Cintra + Box4 e Pedro Motta, da Galeria Celma Albuquerque. Diferentemente das outras edições, em que dois artistas eram agraciados com a Bolsa, neste ano o júri escolheu três artistas, por empate técnico. O anúncio aconteceu hoje, às 17h, no espaço da Bolsa ICCo/SP-Arte, no terceiro andar do Pavilhão da Bienal.

    No segundo semestre deste ano, Beto Shwafaty será recebido pela Residency Unlimited (RU), em NY, Estados Unidos, enquanto Mayana Redin e Pedro Motta irão para a FLORA ars+natura, em Honda, Tolina, na Colômbia. Eles passarão de dois a três meses em uma imersão em pesquisa, produção e networking e terão toda estrutura para desenvolvimento dos seus trabalhos.

    A Residency Unlimited foca-se principalmente em introduzir seus artistas no cenário artístico de Nova York através da pesquisa e do diálogo. Já a residência FLORA, dirigida pelo colombiano Jose Roca, curador de arte latino-americana da Tate, em Londres, interessa-se na relação entre arte e natureza, e é direcionada para a circulação de resultados e para a educação.

     

    Os artistas ganhadores

    O paulistano Beto Shwafaty desenvolve uma pesquisa baseada principalmente em conectar aspectos políticos, econômicos e sociais com as artes visuais. Utiliza-se de mapas, documentos e arquivos com a grande preocupação de estar sempre ligado à transparência da história. Em grande parte de seus trabalhos, inclusive naqueles expostos na SP-Arte, está presente a abordagem sobre a criação da identidade visual do Brasil moderno.

    Mayana Redin vive no Rio de Janeiro onde é professora de artes visuais no Parque Lage. Sua pesquisa estabelece relações entre elementos cósmicos e terrenos, o que pode ser visto na obra “Global Records”, exposto no estande da galeria Silvia Cintra+Box4, na feira. Seus trabalhos estão fazendo parte da exposição “Imagine Brazil”, no Instituto Tomie Ohtake, que mostra um panorama da arte brasileira através de trabalhos de artistas emergentes.

    O terceiro ganhador, o mineiro Pedro Motta, utiliza-se da fotografia como suporte de seus trabalhos e já participou de inúmeras exposições individuais e coletivas, como “BES Photo”, no Museu Coleção Berardo, em Lisboa (2013); “Campo Fértil”, na Galeria Luisa Strina (2012) e “Reacción Natural”, no Centro de Exposiciones SUBTE, em Montevideo.

     

    A Bolsa ICCo/SP-Arte

    A Bolsa faz parte do programa de residências do ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea, que como principal estratégia de ação, trabalha em parcerias com diversas instituições, ao redor do mundo. Nesse sentido, a parceria com a SP-Arte tem o objetivo de proporcionar o intercâmbio entre a produção contemporânea brasileira e instituições internacionais.

    A primeira edição da Bolsa, em 2013, premiou os artistas Rodrigo Braga e Marcia Xavier, pelas galerias Amparo 60, de Recife, e a paulistana Galeria Triângulo, que foram acolhidos respectivamente pela Residency Unlimited, em NY, e Esthia, em Roma. No ano passado foram contemplados os artistas Alexandre Brandão e Bruno Cançado. Inscrito pela Galeria Leme, Alexandre passou cerca de dois meses na RU, e Bruno o mesmo período em Vila Nova de Cerveira, Portugal, trabalhando no espaço da Bienal de Cerveira.

     

    Sobre o ICCo

    O Instituto de Cultura Contemporânea é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) fundada em 2009, para promover a arte contemporânea. Sem fins lucrativos, seu objetivo é identificar oportunidades e preencher lacunas no ambiente artístico brasileiro, valorizando a experimentação em artes visuais e propondo um novo modelo de atuação.

    As principais estratégias de ação do ICCo são a internacionalização, ao promover a arte contemporânea brasileira fora do país; a gestão compartilhada, articulando parcerias com outras instituições no Brasil e no exterior; e revisitar aspectos da história da arte brasileira relacionando-os a produção atual.

    www.icco.art.br